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Informação geral


 
População: 1.628.603 ( 2012)
Moeda: Franco CFA da África Ocidental. 1€ = 655,957 CFA O Franco CFA da África Ocidental é a moeda oficial na Guiné –Bissau desde 1994, mas existe desde 1945 noutros países. Atualmente vigora no Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Guiné- Bissau, Mali, Níger, Senegal e Togo. As siglas "CFA" significam Communauté financière d'Afrique (Comunidade Financeira da África).
Renta per cápita: 399.98 USD
Modelo de governo: República semi-presidencialista
Línguas: A língua oficial é o português, ainda que só seja falado por 14% de la população. A língua mais estendida é o crioulo de base portuguesa, língua materna de 41% dos guineenses. Outras línguas das zonas rurais são o Mandjaco y o Mandinga.

Situação política atual do país.

Guiné-Bissau conquistou a sua independência em 1974, desfazendo-se assim do domínio da coroa portuguesa. A longa guerra de independência foi liderada pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde, cuja cabeça reconhecível foi Amílcar Cabral, assassinado antes de o país atingir a independência
Em 1980, um golpe de estado depôs o presidente. O responsável pelo golpe foi o Comandante Joao Vieira, cujo regime autoritário se prolongou até 1998, quando o exército se rebelou contra ele dando passo a uma guerra civil. A partir daquela altura, vários governos, eleitos ou não, tomaram as rédeas do país sem que a instabilidade e os conflitos tenham cessado. A violência tem sido, nas últimas décadas, um problema crónico da Guiné-Bissau, dando lugar aos correspondentes défices de estabilidade económica e social que atacam os seus alicerces.
É preciso ainda acrescentar a difusa fronteira senegalesa e os problemas do país vizinho de que a Guiné-Bissau tem participado. Em 2009, depois da morte de João Vieira, a situação ficou mais estável. Os grupos que tinham participado nos confrontos juraram respeitar a constituição e o país iniciou o caminho para a economia de mercado sob um programa de ajustamento estrutural do FMI que procura dar solução à sua enorme dívida externa.
A partir de 2006, Guiné-Bissau conheceu importantes avanços económicos e foi posicionada como um dos exemplos de recuperação para todo o continente, mas o seu historial bélico ainda preparava um novo capítulo e em 2012 sofreu um novo golpe militar que iria paralisar o seu crescimento.
 
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